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sábado, 8 de dezembro de 2012

tratamento para Dermatite Atópica Infantil


I)                   MEDIDAS GERAIS

1)      O banho nunca deve ser demorado, pois pode piorar o ressecamento da pele;
2)      A água do banho nunca deve ser quente;
3)      O uso do sabonete deve ser restringido ao mínimo;
4)      A maioria dos sabonetes leva ao ressecamento da pele, mesmo os glicerinados;
5)      O vestuário deve ser leve, evitando roupas de lã que podem irritar a pele;
6)      Evitar vestuários que provoquem suor excessivo;
7)      Tanto o frio como o calor excessivo provoca piora das lesões de pele;
8)      A roupa de cama deve ser trocada A CADA DOIS DIAS para que não se acumulem partículas de pele descamada, o que pode facilitar a proliferação de ácaros (dermatofagoides);
9)      Os ácaros do meio ambiente provocam piora das lesões de pele, assim como piora das doenças respiratórias alergênicas.

II)                ALERGENOS ALIMENTARES

1)      Algumas crianças com dermatite atopica pioram suas lesões de pele com a ingestão de determinados alimentos;
2)      Essa possibilidade deve ser cuidadosamente verificada pelo médico, evitando restrições desnecessárias na alimentação da criança;
3)      Cuidado com as dietas restritas demais, principalmente em lactentes e pré-escolares, que necessitam de uma alimentação saudável para o adequado crescimento e desenvolvimento;
4)      Ao se restringir determinados alimentos poderá haver necessidade de suplementação de nutrientes, como, por exemplo, o cálcio, em dietas de exclusão de leite, para que não haja risco de desnutrição desses pacientes;
    
       III)       ALERGENOS AMBIENTAIS

1)      Os controles de alergenos ambientais são tão importantes nas lesões de pele como no controle das doenças respiratórias;
2)      O envolvimento dos travesseiros e colchões com capas protetoras de material impermeável contribuem para diminuir a quantidade de ácaros nesses objetos;
3)      O contato direto com irritantes do meio ambiente deve ser evitado (fumaça de cigarros, cheiros fortes de produtos químicos utilizados na limpeza doméstica, cheiro de tintas, ceras, etc)

III)             HIDRATAÇÃO

1)      A hidratação da pele é medida essencial para o sucesso no tratamento da criança com dermatite atópica;
2)      A função principal da hidratação é impedir que haja perda da umidade natural da pele, sendo mais reduzida nas crianças atópicas;
3)      Os benefícios da hidratação serão alcançados se forem respeitadas algumas medidas:
a)      A hidratação deve ser feita imediatamente após o banho (nos três primeiros minutos);
b)      A hidratação deve ser repetida inúmeras vezes ao dia, sem restrições;
c)      Os hidratantes mais oleosos, como o óleo de amêndoas ou vaselina, devem ser utilizados nos estágios mais crônicos com liquenificação da pele;
d)      Hidratantes cremosos, cuja base é aquosa, devem ser aplicados nas fases agudas em que há vermelhidão e exsudação (lesões úmidas);
e)      Devem ser evitados hidratantes que contenham corantes, perfumes ou soluções alcoólicas que podem irritar a pele;
f)        Hidratantes sem conservantes também podem ser manipulados, apenas devendo-se considerar que sua validade fica bastante reduzida;
g)      A manipulação medicamentosa pode ser útil se quer associar ao hidratante soluções antipruriginosas, como a cafeína e o alcatrão, ou mesmo corticóides tópicos em baixas concentrações;
h)      Por seu uso contínuo, o sucesso da boa hidratação também dependerá do custo do medicamento.

IV)             ANTI-HISTAMÍNICOS

1)      A utilização de anti-histamínicos é uma tentativa para o controle do prurido da Dermatite Atópica, mas os resultados na literatura médica são controversos;
2)      A baixa resposta do prurido ao uso de anti-histamínicos pode ser justificada pela participação de outros mediadores, que também provocam coçadura;
3)      Os nomes comerciais dos vários anti-histamínicos são: Polaramine, Agasten, Fenergan, Hidroxizina, Claritin, Loralerg, Loremix, Teldane, Zyrtec, Zetir, e outros;
4)      Somente os médicos têm conhecimento técnico suficiente para indicar esse ou aquele anti-histamínico para cada criança específica portadora de dermatite atópica;

V)                CORTICOIDES TOPICOS

1)      O uso de corticoides tópicos na dermatite atópica é muito importante tanto por seus benefícios como pelos efeitos colaterais que podem provocar;
2)      Os corticoides tópicos são precocemente indicados nas crianças nas quais as medidas gerais e de hidratação foram insuficientes para o controle do quadro clínico;
3)      Os corticoides apresentam potências variadas, que resultam em efeitos colaterais diferentes, cabendo ao médico indicar qual o melhor em cada situação apresentada pela pele da criança no momento do tratamento;
4)      Em lactentes e pré-escolares, a preferência recai sobre os corticoides tópicos de baixa potência, principalmente a hidrocortisona, que mesmo assim devem ser evitados no rosto e têm seu tempo de uso limitado à melhora do quadro;
5)      Os corticoides de maior potência podem ser usados em áreas delimitadas, em pacientes de mais idade (a partir de pré-escolares), sempre por tempo bem definido;
6)      Inúmeros efeitos colaterais têm sido descritos com o uso crônico de corticoides tópicos, desde locais, como estrias e atrofia cutânea, até efeitos sistêmicos, como inibição do crescimento relatado em crianças onde houve o uso excessivo em áreas extensas, em lactentes jovens, principalmente utilizando corticoides potentes;
7)      Corticoides de potência muito elevada: Dipropionato de betametasona (Psorex);
8)      Corticoides de potência elevada: Halcinonida a 0,025% (Halog); Halcinonida a 0,1% (Halog); Valerato de betametasona; Acetonida de triancinolona;
9)      Corticoide de potência moderada: Valerato de hidrocortisona a 0,2% (Westcort); Desonida a 0,1% (Desonol); Furuoato de mometasona a 0,1% (Elocon);
10)  Corticoide de baixa potência: hidrocortisona a 1% (Berlison, Stifcortil); Desonida a 0,05% (Desonol); Dexametasona.

VI)             TRATAMENTO DAS COMPLICAÇÕES

1)      As complicações infecciosas da pele devem ser consideradas com bastante atenção pela sua maior freqüência nas crianças portadoras de dermatite atópica;
2)      Mesmo em áreas de pele sã há bactérias chamadas de Staphylococus aureus;
3)      Quando há reagudização das lesões de pele com sangramento e escoriações deve-se considerar o tratamento dessa bactéria, tanto pelo uso de medicamentos tópicos quanto sistêmicos (locais e através da ingestão de medicamentos);
4)      O uso de antibióticos profiláticos para evitar a colonização da pele deve ser evitado para não ocorrer o surgimento de bactérias resistentes ao uso desses antibióticos;
5)      A colonização da pele por fungos também deve ser considerada e o uso de anti-fungicos locais são suficientes para a resolução da infecção.

VII)          USO DE IMUNOMODULADORES

1)      Já está disponível no Brasil o uso de imunomoduladores que regulam a resposta imunológica da criança nos locais da pele lesada, com excelentes resultados em todas as faixas etárias e em todas as fases de evolução da doença;
2)      Essa substância não traz os riscos de efeitos colaterais dos corticoides;
3)      Seu nome comercial é Elidel Creme a 1% (pimecrolimus), que deve ser usado como uma fina camada sobre a pele lesada duas vezes ao dia, por tempo prolongado, determinado pelo médico que está acompanhando a criança portadora de dermatite atópica;
4)      A desvantagem atual desse medicamento é ainda seu alto custo, inviável para as famílias de muitas crianças portadoras de dermatite atópica.

VIII)       ASPECTOS PSICO-EMOCIONAIS

A abordagem da criança com dermatite atopica deverá ser a de uma criança acometida por um problema crônico, sem cura conhecida na atualidade, com o tratamento direcionado para o controle mais adequado dos sintomas. A não conscientização desse fato terá como conseqüência a frustração dos familiares e da própria criança.
Toda doença orgânica crônica causa transtornos psico-emocionais para a criança e seus familiares. A frustração diante do problema transforma a imagem corporal da criança e ela passa a ver a si mesma como um ser diferente dos demais da mesma idade. O prurido contínuo da pele muda a qualidade de sono, incomoda a criança na escola, desperta sentimentos de raiva e medo nos familiares. A criança passa a ser tímida, retraída, afastando-se do convívio social como se fosse portadora de uma doença contagiosa. O sorriso alegre característico do período infanto-juvenil passa a ser substituído por semblantes entristecidos, carregados de amargura e medo.
Portanto, os familiares têm que adquirir uma consciência do problema para uma adequada abordagem holística (global) da criança, em seus aspectos somáticos (do corpo), psico-emocionais e sociais.
      Na realidade, todos nós somos seres indissociáveis, unos, e devemos ter nossos problemas abordados dentro dessa percepção abrangente, complexa, e não procurar soluções imediatistas, simplificadoras e frustrantes em seus resultados.

Fonte: http://www.procrescer.med.br/vbnews/vbnews_read.php?id=213

Dermatite atópica e O emocional


A psicobiologia da dermatite atópica
Quadro dermatológico extremamente incômodo para o paciente e para a família é a dermatite atópica. Trata-se de um tipo de eczema, que surge geralmente aos dois ou três meses de idade com uma distribuição generalizada, tornando-se, no seu desenvolvimento típico, circunscrito a poucas áreas na criança maior. Casos há em que o acometimento geral da pele se prolonga pela vida adulta. A característica maior desta doença é a coceira intensa que provoca, levando a criança a buscar alívio, quando deitada, esfregando-se nos lençóis.
A doença se inicia por um aspecto avermelhado e ressecado da pele. A seguir, aparecem escoriações, provocadas pelo ato de coçar, pápulas e pequenas bolhas, que geram exsudação. As alterações afetam as faces do rosto e a fronte, o pescoço e as dobras e, às vezes, grandes extensões da pele. A evolução se dá por períodos de exacerbação entremeados com fases de diminuição ou desaparecimento das lesões num curso crônico.
Geralmente, aos dois ou três anos, a criança tem alterações restritas à dobra dos cotovelos e à região atrás dos joelhos que, em fases de regressão, apresentam coloração esbranquiçada e aspecto ressecado. Cerca de metade dos pacientes pode ficar livre da doença entre os 10 e os 15 anos de idade.
Origem
A dermatite atópica é uma doença alérgica, que pode ocorrer isoladamente ou em concomitância com outros quadros alérgicos, como asma, rinite, urticária. Das crianças que se curam após os 10 anos, muitas desenvolvem uma ou mais dessas outras doenças, como se permanecesse o estado alérgico com outro tipo de manifestação.
As crianças com dermatite atópica produzem anticorpos do tipo IgE, desencadeados por ação de antígenos de variadas origens, principalmente antígenos ambientais. A pele tende ao ressecamento e é muito sensível a contato com produtos químicos, especialmente sabões, que aumentam o ressecamento e a sensibilidade. Com muita facilidade, a pele do atópico é infectada pelo estafilococo dourado, fato que concorre para manter e agravar o quadro clínico.
No processo inflamatório típico estão presentes diversos mensageiros químicos, liberados por terminações nervosas ou produzidos por células imunitárias. Além disso, há uma marcada influência dos estados emocionais e a própria dermatite condiciona certos aspectos da personalidade pelas dificuldades que causa aos pacientes.
Influência psico-emocional
Fatores neuropsíquicos sempre foram associados ao curso da dermatite atópica, como revela o nome neurodermatite, usado no século XIX. Atualmente, a psiconeuroimunologia vem trazendo à luz alguns dos caminhos seguidos pelos estímulos psíquicos para influenciar o desenvolvimento da doença.
Emiliano Panconesi e Giuseppe Hautmann, em artigo publicado em Dermatologic Clinics, em 1996, sugerem que um estado psicoemocional excitado atua sobre fatores genéticos predisponentes, como defeito no sistema do linfócito T, deficiência transitória de IgA secretora e resposta anormal de receptores de membrana. Isso causa aumento da imunoglobulina E e da liberação de mediadores por mastócitos, deficiência da imunidade mediada por células, resposta vasomotora cutânea anormal e deficiência quimiotática, de onde se origina a sensação de prurido. Daí, pela coçadura, surge a lesão cutânea.
Em todo esse processo há a participação de neuropeptídios, que são as moléculas mensageiras do cérebro. O dermatologista e imunologista Hermênio Cavalcanti Lima, em Tópicos em Imunodermatologia Clínica (2004), citando estudo em que crianças com dermatite atópica foram submetidas a tensão e observada a ação desse fator psicoemocional sobre o cortisol, relata que os investigadores sugeriram que crianças com a doença podem ser mais suscetíveis a erupção da pele motivada pela tensão por causa de uma baixa capacidade de resposta do eixo hipotálamo-hipófise-supra-renal. Essa deficiência bloquearia a competência natural do corpo para produzir cortisol e suprimir a inflamação, o que conduz à exacerbação da dermatite.
Por outro lado, o paciente com dermatite atópica adquire certos traços de personalidade decorrentes do incômodo constante causado pela inflamação da pele e pela coceira intensa. Ele é descrito como irritável, exigente e infeliz; precisa de muito mais carícias e contato físico do que a média das crianças.
Se a dermatite persistir até a adultez pode gerar um indivíduo tenso, inseguro, agressivo, com sentimentos de inferioridade e inadequação, instabilidade emocional, hipersensibilidade afetiva e outros traços, que demandariam uma psicoterapia, porquanto o estresse originado desses aspectos emocionais realimenta o quadro clínico.
A influência dos familiares
Na infância, há ainda o problema dos familiares. Estes tendem a considerar o atópico uma pessoa com deficiência e dão exagerada atenção a sua condição cutânea, muitas vezes superportegendo-o ou criando-lhe incapacidades e falta de confiança. Os pais e parentes próximos devem ser orientados a não estimular atitudes de dependência para não facilitar a criação de condições para manipulação dos outros pela criança.
É preciso dar o cuidado devido ao problema, aplicar os medicamentos com carinho e delicadeza e sugestionar a criança sobre seu poder de controlar certa parte da alteração de sua pele sabendo que, com o passar do tempo, é grande a probabilidade de melhora, podendo mesmo o paciente ficar livre da dermatite.


Fonte: http://www.dermatologia.net/novo/base/psiquismo/dermatite_atopica.shtml

Sonambulismo infantil


É um transtorno do sono muito frequente, cerca de 30% das crianças sofrem desta alteração que desaparece na adolescência, e as suas causas podem ser genéticas ou psicológicas. Apesar do complicado desta situação, o certo é que não é muito grave (isto sem contar com os acidentes físicos que a criança pode ter em casa enquanto caminha a dormir).
O sonambulismo é um transtorno do sono que se inicia e é comum na infância. Geralmente de carácter leve, são muito raros os casos de sonambulismo nos quais as crianças se alteram e ficam nervosas. O normal é que desapareça ao chegar à adolescência, embora existam pessoas que continuam com este transtorno na idade adulta.
Consiste em estar a dormir e parecer estar desperto, a criança pode chegar a ter conversas completamente normais (que raras as vezes que se lembram quando acordam de manhã) ou a deambular pela casa. Ocorre durante uma etapa de sono profundo e podem ser episódios breves de segundos ou minutos. Apesar da causa biológica ser desconhecida acredita-se que pode ser devido a imaturidade do sistema nervoso central. O que se comprovou é que não é indicador de problemas psicológicos nem emocionais.
Cerca de 10 a 30% das crianças dos 4 aos 6 anos apresentam sinais de sonambulismo e estima-se que durante estas idades é quando sucedem a maior quantidade de episódios.
Estes acidentes tendem a ser mais frequentes nos rapazes e quando a criança tem febres altas, quando se encontra muito cansada ou se os padrões de sono habituais da criança são interrompidos.
Os sintomas são variáveis:
- Sentar-se na cama, levantar-se e caminhar dormindo, etc. Nos casos raros as crianças podem realizar acções complexas, embora com pouca coordenação, como abrir portas, janelas, armários, correr, urinar e até mesmo comer, pelo que as cáries dentais e o excesso de peso são outras complicações do sonambulismo
- Manter os olhos abertos e o olhar fixo aparentando estarem despertas com uma expressão facial ausente.
- Falar ou sussurrar algumas palavras ou frases confusas.
- Não escutam se alguém fala para elas ou se tentam despertá-las, mas podem seguir algumas instruções verbais.
- Uma vez terminado o episódio, a criança não se recordará de nada.
Como devem actuar os pais?
- Geralmente o sonambulismo não requer nenhum tratamento específico. A maioria das crianças supera este transtorno ao chegarem à puberdade. Só se for muito frequente e persistente é que deve recorrer ao seu médico.
- Regular os seus hábitos de sono e procurar que durma todas as noites uma quantidade de horas adequada pode ajudar a diminuir as crises. Procure que, na medida do possível, a criança não ingira medicamentos nem bebidas que possam mate-la acordada ou que a excitem demasiado.
- Quando a criança está a meio de um episódio de sonambulismo não a sacuda nem tente acordá-la, embora não seja perigoso, isso pode fazer com que a criança fique nervosa.
- Leve a criança com cuidado de volta para a cama e fale com ela suavemente. Espere que volte ao sono normal.
- Mantenha o seu quarto livre de objectos ou móveis nos quais a criança possa tropeçar.
- Cuidado com as portas e janelas. Para além disso, deve colocar portas nas escadas para evitar que a criança caia.
- O importante, para os pais, é manterem a calma e transmitirem essa mesma sensação às crianças

http://www.todopapas.com.pt/criancas/psicologia-infantil/sonambulismo-infantil-3019

Psicossomática e Somatização


Doenças de fundo emocional são estudadas há muito tempo pela psicologia, a psicossomática é um tema fascinante e fala sobre a intercomunicação mente x corpo.Muito se fala sobre o poder de nosso cérebro sobre a saúde e nos faz pensar: já que somos “poderosos” em criar doenças será que podemos aplicar este poder na cura das doenças? Seu cérebro pode ser o seu próprio médico?Doença psicossomática e Somatização se referem a aspectos diferentes do mesmo ponto: a influência da mente sobre a saúde de nosso corpo.

Toda doença tem fundo emocional?

Não, mas existem correntes que defendem esta idéia. Creio ser um pouco exagerado considerar que toda vez que ficamos doentes teremos nossa cabeça como a responsável. Nosso corpo funciona independente de nosso pensamento e intenção, seu coração bate, seu sangue circula quer você queira ou não. A única ponta de verdade que consigo ver na afirmação de que toda doença tem fundo emocional é que toda pessoa angustiada, nervosa, preocupada, triste, irada, enfim com emoções negativas, terão seus sistemas imunológicos abalados pelo stress. Com o sofrimento emocional e psicológico seu corpo produz cortizol, o hormônio do stress e com a repetição desta descarga hormonal seu organismo vai ficando cada vez mais e mais debilitado a ponto ficar doente.Mas o inverso é verdadeiro, ou seja, toda vez que sua saúde física estiver abalada você sofrerá conseqüências emocionais e psicológicas. Quando uma pessoa descobre que tem câncer ficará abalada emocional e psicologicamente. Se ela não tiver ajuda para se controlar emocionalmente poderá ter sua resistência prejudicada e interferir em sua recuperação. Por isso é muito importante o acompanhamento psicológico nos casos mais graves.

O que é Somatização

Quando alguém diz que a pessoa está somatizando está dizendo que esta pessoa apresenta sintomas físicos mesmo não havendo uma doença física - a causa destes sintomas é emocional. Por exemplo, o caso da pessoa que sente taquicardia, o coração dispara e ela vai ao médico achando que está com problema no coração, chegando lá ela faz exames, e não acusando nada, o médico dispensa o paciente dizendo que ele está bem fisicamente. Esta taquicardia pode ser sintoma de pânico - síndrome do pânico. Isso é somatização. Os exames não acusam nada porque a pessoa não tem nada fisicamente, o sofrimento físico é um reflexo do sofrimento emocional, que está escondido. O correto nessa situação é que o médico encaminhe a pessoa para um tratamento com psicólogo. Só o psicólogo pode tratar e amenizar esse sofrimento, que apesar de estar se manifestando no corpo é essencialmente mental, é psicológico.   A ajuda deve ser feita a nível emocional.Somatização é quando a pessoa apresenta sintomas cuja avaliação do médico não identifica qualquer problema orgânico, mas identifica uma causa psicológica, e o tratamento é feito com o psicólogo.

O que é Doença psicossomática

Quando usamos o termo “doença psicossomática” dizemos que a causa é psicológica, mas a pessoa apresenta alterações clínicas detectáveis por exames de laboratório, ou seja, o corpo da pessoa está tendo danos físicos - chamamos de doença psicossomática. É uma doença física, verdadeira mas com causa psicológica, ou seja, a doença apareceu no corpo, como uma alergia por exemplo. Neste caso a pessoa deve tratar tanto com o psicólogo como com o médico. Com o médico ela trata o corpo, e com o psicólogo trata a mente - a cabeça, as emoções.

Hipocondria

O hipocondríaco é o famoso maníaco por doenças. Injustamente condenado por “querer chamar a atenção”. O quadro onde a pessoa quer chamar atenção será explicado no próximo tópico. Na hipocondria a pessoa não “quer” ficar doente, na realidade ele tem um medo absurdo de doença, tem tanto medo, pensa tanto nisso que acaba vendo doença onde absolutamente não tem nada. Na realidade você torna mais perceptível tudo o que mantém em seus pensamentos, por exemplo, você acabou de decidir comprar um carro Pálio cor prata, saia na rua e verá carros Pálio na cor prata em cada esquina. Desta mesma forma se uma pessoa estiver muito preocupada com o mosquito da dengue verá mosquitos por todo lado, onde sempre estiveram, mas claro que não são mosquitos da dengue, mas a preocupação o fará avaliar um por um num desgaste emocional brutal.

Histérico ou Histriônico

Este sim quer chamar a atenção para si. Neste transtorno de personalidade a pessoa simplesmente se alimenta de atenção – “precisa” de que os outros lhe dêem atenção. Esta pessoa confunde tranqüilidade com rejeição, pois acredita que se as pessoas estão simplesmente em paz ao seu lado elas não estão gostando de sua companhia. Esta pessoa só se sente aceita e querida se for o centro das atenções e, não há nada melhor do que uma doença para receber atenção alheia. Sendo assim as doenças são inventadas intencionalmente como uma das formas de chamar atenção.

Há quem minta e diga que está doente sem ter nada?

Sim, na maioria das vezes para chamar atenção e receber cuidados médicos, outras vezes por pura compulsão de mentir sobre sua própria saúde. O nome é Síndrome de Munchausen. São pessoas que sofrem psiquiatricamente e tem como sintomas principais causar ou simular sintomas de doenças. Algumas vezes são mães que provocam sintomas em seus filhos e os levam aos hospitais para serem tratados – claro que isto é considerado abuso infantil. Acredita-se que 0,5 a 2% das pessoas que procuram atendimentos nos hospitais sofrem desta síndrome.   Esta pessoa chega a pesquisar detalhadamente as características e sintomas de uma determinada doença e passa a fingir ou provocar estes sintomas em si mesmo ou no próprio filho.

O corpo também afeta a mente

Uma doença física provoca sofrimento mental além do sofrimento orgânico. Uma pessoa que tenha uma doença que a debilite fisicamente, que a deixe afastada dos outros pode iniciar uma depressão por exemplo. Nestes casos deve receber tratamento médico e psicológico.Isso significa que tratar um problema psicológico ajuda a tratar das doenças do corpo e também previne para que seu sofrimento mental não faça o corpo adoecer.

Doenças que não tem nada a ver com psicossomática

Câncer por exemplo. Por algum tempo fizeram muita maldade dizendo que quem tem câncer  “criou” esse câncer nele mesmo. Quer dizer que além de ter que tratar a doença, a pessoa com câncer ainda carregava a culpa por estar doente, isso é pura maldade com o doente.Tuberculose também, já foi dito que um tipo x de personalidade provocava tuberculose. Uma pessoa romântica demais teria tuberculose - tudo bobagem. Não é assim que acontece. Mas é claro que as pessoas que sofrem com estas doenças merecem   devem ter acompanhamento psicológico para conseguirem forças e resistência para o tratamento.

Doenças de fundo emocional

Um tipo de problema que tem muito a ver com o psicológico (mas ainda não é 100%) é a infertilidade. Eu tenho certeza que você já ouviu a história de que alguém que queria muito engravidar e não conseguiu, foi só adotar uma criança que engravidou. Não é? O que aconteceu? Porque adotar uma criança facilita para que a mulher engravide? O que aconteceu é que ela reduz a ansiedade. Ela tranqüiliza. Se fizesse uma terapia, ela poderia também controlar essa ansiedade e engravidar. Ansiedade provoca infertilidade. Alias toda boa clínica de fertilização tem um psicólogo na equipe.Toda doença, ou todo sintoma endócrino, cardiovascular, respiratório, gastrointestinal, imunológico, e de pele é o tipo de doença que se pode desconfiar de causa psicológica. Então, alergia, infecções, falta de ar, taquicardia, tudo isso pode ser doença psicossomática.A terapia cognitiva comportamental é muito eficiente para esse trabalho, próxima a 100% de eficiência quando tratado com um profissional sério. É uma terapia breve, focada no problema e com resultados rápidos quanto às somatizações. O que é um grande alívio para quem está sofrendo agora.

O que provoca uma doença psicossomática?

Inabilidade social, dificuldade em expressar seus sentimentos e necessidades, angustia, medos, raiva, depressão, ansiedade, fobias, enfim, todo sofrimento emocional debilita a pessoa como um todo.Há casos de pessoas que se trataram por anos com remédios para hipotiroidismo. Até que em psicoterapia descobre-se que esta pessoa se entregava muito mais do que recebia nos relacionamentos. Uma troca desigual. Se a pessoa mantiver essa “doação de si mesma” exagerada com o marido, família, amigos, todo mundo fará seu corpo adoecer.   Mas ao trabalhar estes pontos em psicoterapia aprenderá a controlar a agressão que sofrida e conseguirá controlar a doença, e o melhor, sem tomar remédio algum.

Doenças iniciadas por aflições psicológicas

Vão desde alergias, bulimia, infertilidade, infarto, diabetes e disfunções glandulares.As aflições psicológicas podem ser os eventos significativos na infância, como separação da criança da mãe, ou porque a mãe teve que se mudar, ou por força do trabalho, os abusos que a criança sofreu, abusos verbais ou físicos, coisas fortes que foram ditas à criança, ou bater na criança.Eventos estressantes, não só na infância, mas em qualquer fase da vida, morte de alguém próximo, mudança de trabalho, mudança de casa, ou insatisfação no trabalho, ou problemas com o marido, com o namorado, tudo isso pode estar desencadeando uma doença psicossomática. O corpo fica doente, e de início a pessoa não faz relação com estes problemas, acha que não tiveram nada a ver com a doença, mas tem relação sim.

Função do sintoma

– A dor serve para alguma coisa?O sofrimento mental fica lá guardadinho, você pensa que está esquecido, mas ele está lá agindo à surdina, e se você não trabalhar seu emocional, esse sofrimento pode encontrar uma forma de se manifestar, uma válvula de escape, que é o sintoma, que aos poucos vai fazendo seu corpo ficar doente. Todo sintoma tem a mesma função, te alertar de que alguma coisa não está indo bem, que você tem que tratar essa coisa.A somatização também, ela está te chamando para você prestar atenção em você mesmo, e ver o que está errado na sua vida: Seu relacionamento com colegas? Seu casamento? Insatisfação no trabalho? Dificuldade nos estudos? Olhe para isso. Trate o que tem que ser tratado. Trate o emocional, porque o corpo só está chamando a sua atenção para que você veja que o psicológico não esta bem.Muitas vezes, quando você procura um médico com uma somatização, alguém diz que é “frescura”. Se o médico disse que você não tem nada, sofre duplamente, porque você sente que tem alguma coisa mas não sabe o que é.Doença psicossomática não é a doença da “mentirinha” é doença que o médico não conseguiu identificar a causa, então ele tende a te falar “Fique tranqüilo, está tudo bem” mas está tudo mal, você está com dor, com coceira, com a boca seca, coração pulando, dor de barriga, ta suando frio, como está tudo bem?

O médico está capacitado a identificar a doença emocional?

Infelizmente nem todo médico tem o preparo para encaminhar o paciente para o profissional correto, que é o psicólogo. Mas se eu conseguir ajudar a você, se eu conseguir te ajudar a identificar a doença emocional e lhe prestar a ajuda psicológica tão necessária eu já me sinto realizada. A psicoterapia trabalha mudanças positivas nas atitudes, muda a forma de pensar e de agir - o ajuda a parar de sofrer psicologicamente.
Seu cérebro pode ser seu médico mas, você precisa de um “piloto” para esse cérebro para que ele consiga dar o comando correto para sua mente. Para trabalhar estas e outras questões conte com o psicólogo.
Fonte: http://www.marisapsicologa.com.br/doencas-psicossomaticas-e-somatizacao.html

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Menorragia

O fluxo de sangue durante a menstruação é chamado menorragia em termos médicos.
Algumas mulheres têm de enfrentar pesados ​​coágulos de sangramento menstrual que podem ser causados ​​devido a muitas razões. Esta condição pode ser um sinal de alguma doença grave ou pode apenas indicar as alterações hormonais no organismo


Sangramento menstruação pesada
Durante a menstruação, o óvulo é liberado do ovário. Se este óvulo é fertilizado pelo espermatozóide, ele vai para o útero através da trompa de Falópio e se apega ao revestimento do útero. Assim, para apoiar o óvulo fertilizado, o forro do útero engrossar. Se o ovo não é fertilizado, o revestimento do útero começa derramamento que pode ser visto como o sangue. O ciclo de menstruação normal é de 28 dias, mas podem variar em algumas mulheres. Algumas mulheres podem ter um ciclo de 21 dias, e alguns podem ter um ciclo de 35 dias. O período dura normalmente de 2 a 7 dias e da quantidade de sangue perdido é de cerca de 4 a 12 colheres de chá. Mas algumas mulheres experimentam sangramento durante períodos que pode ser grave. Devido ao forte sangramento o corpo não é capaz de excretar toda a quantidade de sangue que resulta em formação de coágulos sanguíneos.
Causas de pesados ​​coágulos de sangramento menstrual
Há muitas razões por trás sangramento menstrual prolongadoque precisa para o diagnóstico. Seguem-se algumas das possíveis razões por trás dela.
  • Fibróides uterinos, pode ser uma causa principal do fluxo de sangue grave durante períodos. Estes são não-cancerosas tumores que formam no interior do útero. Eles não possuem quaisquer outros sintomas, mas eles restringir o fluxo do sangue, que resulta na formação de coágulos e sangramento pesado.
  • Muito pesado sangramento menstrual pode ser um sinal de um aborto espontâneo. Se você está grávida e está tendo essa condição, em seguida, consultar o médico imediatamente. Você vai observar os coágulos de sangue ou aglomerados de tecido cinza.
  • As alterações hormonais também podem causar hemorragia grave durante períodos. Progesterona e estrogênio são dois hormônios que regulam o espessamento e descamação do revestimento do útero. Qualquer problema com esses hormônios pode resultar em coágulos sangramento em excesso.
  • Durante a gravidez o útero aumenta e geralmente volta ao seu tamanho original após o parto. Mas, em alguns casos, o tamanho do útero não diminui completamente o que resulta em um útero grande. Por isso, o sangue, leva tempo para recolher no interior do útero, que resulta na formação de coágulos sanguíneos durante períodos.
  • Qualquer tipo de obstrução no fluxo de sangue pode resultar em coágulos sanguíneos. O fluxo do sangue diminui no momento da menopausa, que pode ainda resultar em recolha de sangue, que coagula.
Os sintomas da menorragia
Sintomas menorragia pode ser facilmente notado. Seguem-se alguns deles.
  • Marrom escuro ao preto grandes coágulos de sangue.
  • O fluxo de sangue pesado por mais de 7 dias.
  • Cólicas menstruais com a fadiga.
  • Tez pálida com alguns sintomas de anemia.
Pesado Menstrual Sangramento Tratamento coágulos
Se você está enfrentando os sintomas acima indicados, em seguida, consultar um médico imediatamente. Você pode ser prescrito com os seguintes tratamentos.
  • Médicos prescrevem alguns não-esteróides anti-inflamatórios (AINE) que ajudam na restauração sangramento normal e reduzir a quantidade de perda de sangue.
  • Em caso de desequilíbrio hormonal, medicamentos os médicos conselho oral de progesterona que mantêm o equilíbrio e reduzir o sangramento em excesso.
  • No caso de tumores no útero, o útero é removido cirurgicamente. Em alguns casos, se a mulher não está planejando ter filhos, o útero é removido do seu corpo.
  • Dilatação e curetagem, ressecção endometrial, a ablação endometrial, histeroscopia operatória e histerectomia são algumas das intervenções cirúrgicas que são também utilizadas para obter o problema resolvido.
  • Alguns contraceptivos orais são também dadas a fim de manter um ciclo apropriado menstruação.
Fonte: http://saude-info.info

domingo, 21 de outubro de 2012

Azia


Estou sentindo uma queimação no estômago depois de comer. Isso é azia? 

Provavelmente. Muitas mulheres "estréiam" no mundo da azia na gravidez. Embora seja um problema comum e inofensivo, pode ser doloroso. 

A azia é uma sensação de queimação que às vezes parte da garganta e vai até a boca do estômago. Ela é causada pelas mudanças físicas e hormonais que estão acontecendo no seu corpo. 

Durante a gravidez, a placenta produz o hormônio progesterona, que relaxa os músculos lisos do útero. Esse hormônio também relaxa a válvula que separa o esôfago do estômago, e os ácidos gástricos que participam da digestão acabam subindo pelo esôfago, causando a sensação desconfortável de azia. A progesterona também diminui o ritmo das contrações naturais do estômago, deixando a digestão em geral mais lenta. 

Mais para o fim da gravidez, a cavidade abdominal fica apertada porque o bebê está crescendo, e isso torna a eliminação dos ácidos do estômago mais lenta, além de empurrá-los esôfago acima, provocando a azia. 

Quando a azia vai melhorar? 

Boa parte das mulheres começa a sentir azia e a sofrer de má digestão na segunda metade da gravidez. Infelizmente, é um mal que costuma ir e vir, e que só vai embora de vez depois que o bebê nasce. 

Há alguma coisa que eu possa fazer? 

Claro. Talvez você não consiga acabar de vez com a azia, mas pode ajudar a reduzi-la bastante, com as seguintes medidas: 

• Evite pratos fortes ou gordurosos, frituras, chocolate, frutas cítricas, bebidas alcoólicas e café. 

• Faça refeições pequenas e frequentes. 

• Ponha pouca comida de cada vez na boca e mastigue bem. 

• Não beba muito líquido durante as refeições; isso evita que seu estômago fique muito distendido. (Mas não esqueça de que é importante beber cerca de oito copos de água por dia durante a gravidez -- faça isso no intervalo entre as refeições.) 

• Depois de comer, tente ficar sem se deitar por pelo menos uma hora. 

• Monte um encosto na cama com vários travesseiros para dormir numa posição semi-sentada. Existem no mercado também travesseiros anti-refluxo, que formam uma "rampa" na cama, mantendo sua cabeça elevada. A gravidade ajuda a manter os ácidos no estômago -- que é o lugar deles --, o que colabora para uma boa digestão. 

OBS: Ponto principal: A azia é comum e inofensiva na gravidez, mas é bastante desconfortável. Uma saída para amenizar o incômodo é ajustar sua alimentação.

Fonte: http://brasil.babycenter.com

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Sangramento Pós-Menstrual

O sangramento pós-menstrual atinge oito em cada dez mulheres que se submeteram ao parto cesárea quando deram luz ao primeiro filho.

A ginecologista e obstetra Bárbara Murayana alerta que só um exame detalhado da cavidade uterina é capaz de identificar com precisão o problema. O tema foi tratado no 9º Simpósio Ítalo-Brasileiro de Escoscopia Ginecológica e 2ª Jornada Cone-Sul do SIAEGI, que aconteceu recentemente em São Paulo.

A mulher menstrua por até 5 dias e depois desse período fica alguns dias sem sangrar. Mas aí ocorre um novo sangramento, um episódio que pode ser um indício do problema. "O sangramento pós-menstrual tem características próprias. É um corrimento mais escuro, da cor de uma borra de café, e vem em pequena quantidade", explica a Dra. Bárbara Murayana. Uma outra forma de sangramento pós-mentrual costuma ocorrer após as relações sexuais ou depois de qualquer esforço físico. "Além de irregularidade menstrual, o sangramento pode vir acompanhado de dor, uma vez que há acúmulo de secreções em local inadequado, e causar infecções pélvicas graves", completa a médica.

O sangramento pós-menstrual é conhecido como istmocele e segundo uma pesquisa médica atinge 82,6% das mulheres que têm sangramento entre as menstruações e que realizaram pelo menos uma cesárea anterior. A cicatriz deixada pela cesariana pode ser o ponto de partida para que a mulher desenvolva o problema. "Um pequeno reservatório se forma na região da pele onde houve o procedimento. A cicatriz age como uma falsa cavidade dentro do útero, acumulando resíduos de menstruação e muco. Esse processo altera o ambiente intrauteríno, e também a qualidade do muco, dificultando o transporte dos espermatozóides e a implantação do embrião, caso haja fecundação", atesta a Doutora

Apesar de grave, o sangramento pós-mentrual tem cura se for tratado de maneira adequada. "Para obter um diagnóstico exato do caso, após identificar os sintomas, o mais indicado é uma consulta médica detalhada com o histórico da paciente, associado ao exame de histeroscopia, antes de iniciar o tratamento", conclui a Dra. Bárbara Murayana.

http://www.guiademulher.com.br/ver_noticias.php?cid=um-sintoma-grave-que-pode-causar-a-infertilidade-1

sábado, 8 de setembro de 2012

Orientação Alimentar Para Gestantes



Orientações Gerais:

1. Procurar fazer de 4 a 6 refeições por dia. Não ficar muito tempo sem comer.
2. Beber boa quantidade de água (mais ou menos 8 copos por dia), preferencialmente nos intervalos das refeições.
3. Incluir na alimentação diária:

VERDURAS: folhas verdes - agrião, alface, brócolis, couve, etc. = 1 prato de sobremesa no almoço e no jantar.

LEGUMES: abóbora, cenoura, chuchu, repolho, beterraba, quiabo, jiló, etc. = 2 vezes ao dia no almoço e no jantar, 4 colheres de sopa.

FRUTAS: 3 porções por dia distribuídas nas refeições 1 unidade ou fatia por vez. Exemplo: 1 maçã ou uma banana inteira ou 1 fatia de melancia ou abacaxi. Sempre que possível, usar pelo menos 1 fruta rica em vitamina C, tipo: laranja, limão, tangerina, goiaba, manga, caju, acerola.

FEIJÃO: ou ervilha, ou lentilha, ou soja, ou grão de bico = 1 concha rasa em cada refeição, no almoço e no jantar.
CARNES: aves, peixes, carne bovina = 2 vezes ao dia.

CEREAIS: arroz, milho, OU MASSAS, macarrão, farinhas, OU RAÍZES E TUBÉRCULOS, batata, mandioca, inhame, cará, batata doce = 2 vezes ao dia.

PÃO: ou biscoito, cuscuz, beiju, aveia ou fubá = 2 vezes ao dia.

LEITE: ou queijo, ou coalhada ou iogurte = 2 vezes ao dia, de preferência no café no café da manhã ou lanches.
4. Evitar alimentos que prejudiquem a alimentação saudável, tais como: salgadinhos, frituras, alimentos gordurosos, refrigerantes, balas, doces, bebidas alcoólicas.

5. Evitar excesso de açúcar, óleo e sal.

Para evitar a anemia por falta de Ferro

1. Alimentos ricos em ferro:
- carnes e vísceras (fígado, miúdos, rim, coração)
- vegetais verde-escuros (cheiro-verde, coentro, salsa, hortelã, acelga, agrião, brócolis, couve, beldroega, orapronóbis).
- semente de abóbora.
- feijão ou ervilha ou lentilha ou grão de bico ou soja.
2. Consumir pelo menos 3 porções de frutas por dias. Dê preferência às ricas em vitamina C.
3. Não usar chás freqüentemente, principalmente o chá preto ou chá mate durante ou pós as refeições.

Náuseas ou vômitos

1. comer de 4 a 6 refeições por dia em pequenos volumes.
2. Iniciar a primeira refeição com alimentos mais secos (biscoitos, beiju, pães, torradas).
3. Evitar frituras e alimentos gordurosos.
4. Evitar beber líquidos durante as refeições.
5. Evitar deitar logo após as refeições.
Logo acima da base estão dois grupos, um formado por vegetais e o outro por frutas. Esses alimentos sempre foram reconhecidos pelo alto teor de vitaminas e minerais que eles contém, porém hoje em dia sabe-se que nestes alimentos encontramos também os compostos bio ativos que são excelentes auxiliares na prevenção e no tratamento de várias doenças. As frutas e verduras também são boas fontes de fibras dietéticas mas essas são diferentes das fibras contidas nos cereais integrais.
Na base da pirâmide estão os alimentos que devem ser a base da nossa alimentação. Pães, massas, batatas, arroz, entre outros, são alimentos ricos em carboidratos. Os carboidratos podem ser simples (açúcares) ou complexos (amido). Ambos têm como principal função fornecer energia ao nosso corpo. A energia é medida em calorias. Se ao invés de utilizarmos alimentos refinados usarmos alimentos integrais, os alimentos desse grupo serão também fonte de fibras dietéticas (outro tipo de carboidrato), que têm um papel fundamental na nossa saúde.

Mode de fazer: Colocar os botões de girassol em água e ferver durante 2 ou 3 minutos. Jogar a água fora para remover o amargo dos botões, colocar água nova e pôr para ferver até os botões ficarem tenros. Remover a água. Em uma frigideira, amolecer a manteiga, adicionar a farinha de rosca; mexer bem até a farinha ficar dourada. Juntar os botões de girassol, o suco dos dois limões, deixar aquecer e misturar bem para cobrir com a farinha os botões. Polvilhar com açúcar. Para servir, enfeitar com lígulas de girassol.

Gestante com baixo peso ou peso inadequado

1. Seguir as ORIENTAÇÕES GERAIS sobre alimentação.
2. Acrescentar óleo vegetal cru (1 colher de sopa, 2 vezes ao dia) na comida já servida no prato.
3. Procurar o nutricionista para orientação individual.

Gestante obesa                                                                                      

1. Fracionar as refeições em pequenas quantidades de 4 a 6 vezes ao dia.
2. Evitar alimentos gordurosos como: frituras, carnes gordas, banha, toucinho, torresmo, salgadinhos.
3. Evitar alimentos ricos em açúcar como: sorvete, doces, chocolates, tortas, bolos, biscoitos recheados, etc.
4. Diminuir o óleo para fazer a comida.
5. Diminuir o consumo de açúcar.
6. Não "beliscar" entre as refeições.
7. Diminuir o consumo de massas (arroz, pão, macarrão, mandioca, batatas, farinhas, etc.
8. Consumir frutas, legumes e verduras, de preferência cruas.
9. Tomar pelo menos 8 copos de águas por dia.
10. Evitar bebidas alcoólicas, sucos artificiais e refrigerantes.
11. Mastigar bem os alimentos.

fonte http://www.sitecurupira.com.br

Confira a sugestão de cardápio para os nove meses, elaborado pela nutricionista, especialmente para as futuras mamães da comunidade virtual Bebê 2000




domingo, 2 de setembro de 2012

Quando Levar o Bebê a 1ª vez ao dentista

sorriso de criança encanta qualquer pessoa. Quem é mãe sabe que todo cuidado é pouco para que esse sorriso continue cada vez mais gracioso. Por isso, contar com a ajuda de um especialista,Odontopediatra, é fundamental para educar pais e crianças sobre higiene bucal, cuidados com os dentes e hábitos saudáveis.


Quando devo levar o meu bebê ao dentista?
O ideal para se realizar a primeira consulta ao dentista é mais ou menos aos seis meses de idade ou quando erupicionarem os primeiros dentinhos na boca do bebê. Nessa consulta o odontopediatra deve orientar os pais de como prevenir cáries, fazendo uma dieta alimentar e uma higiene bucal adequadas para o bebê evitando problemas bucais nessa fase.
Geralmente os odontopediatras ensinam qual a melhor escova e pasta de dente para os bebês, e dão dicas de como escovar os dentes dos pequeninos. Assuntos sobre conseqüências do uso de chupetas e mamadeiras também podem ser tratados com os odontopediatras nessa primeira consulta.
Quais são os principais problemas na boca de uma criança?
Com certeza a cárie continua sendo o principal problema bucal de uma criança quando elas vão ao dentista. Os traumatismos dentários causados por acidentes e quedas, são também muito comuns. As crianças que chupam dedo ou chupeta ou que não fizeram a transição da mamadeira para o copo na idade correta ou ainda que respiram muito pela boca, podem apresentar alterações de oclusão (mordida). Cerca de 51% das crianças entre três e quatro anos possuem desgastes dentais, ocasionando a erosão dentária, pouco conhecida. Quanto antes os pais levarem seus filhos ao dentista para solucionar quaisquer problemas, mais rápido, eficaz e barato será o tratamento.
Quais as diferenças entre o tratamento odontológico de um adulto com o de uma criança?
Quando o paciente é uma criança, os odontopediatras se preocupam com o ambiente do consultório, possuem objetos para distrair seus pacientes, a consulta é muito mais demorada do que a de um adulto e ainda existe a preocupação em desenvolver o trabalho psicológico que envolve a consulta, para que a criança não fique com traumas, pois pesquisas comprovaram que a maioria dos adultos que tem medo de ir ao dentista é devido há algum trauma na infância

Quando uma criança cai e quebra um dente, o que os pais devem fazer?
Existem vários tipos de traumatismo dental que podem comprometer o tecido mole da boca (gengiva, lábios, bochechas e língua), somente os dentes, os ossos ou todos ao mesmo tempo. O tratamento depende do tipo de trauma que a criança apresenta. Se o dente ficar mole, normalmente é necessário fazer uma contenção deste dente, apoiando-o nos dentes vizinhos. Se o dente sair completamente da boca, a criança deve ser levada imediatamente ao dentista, pois se conseguir chegar por volta de 30 minutos no consultório há uma grande chance do dente poder ser reimplantado e salvo.
Tirando algumas duvidas com Bianca Santiago
Saudeaqui: Existe uma idade definida para nascer o primeiro dente do bebê?

Bianca Santiago: Bem, antigamente se dizia que a idade normal para que a criança ganhasse o seu primeiro dente era com seis meses de vida, no entanto com o passar dos anos e com estudos devidamente acompanhados, verificou-se que essa idade pode variar até 11 meses para a aparição do primeiro dente, e esta estimativa pode ainda variar seis meses para mais ou para menos, estando em uma estatística dentro da normalidade.

Saúdeaqui: A demora ou o nascimento precoce dos primeiros dentes pode vir a prejudicar a dentição da criança?

Bianca Santiago: Não, é absolutamente normal a idade variar de criança para criança, a demora ou o nascimento um pouco mais cedo do dente não irá afetar a dentição da criança com o passar dos anos, as mães que tiverem essa preocupação podem ficar tranqüilas.

Saudeaqui: Como se inicia a prevenção da cárie nos bêbes?

Bianca Santiago: A prevenção da cárie é iniciada com dois fatores, primeiro com os cuidados na dieta e segundo com os cuidados na higiene.
Em relação a dieta, deve se evitar que a criança ingira alimentos artificiais, e optar sempre pela amamentação natural, a qual deve ser exclusiva até os 6 meses de vida. Já a higiene deve ser feita sempre após as amamentações mesmo que não existam dentes no bebê, deve-se manter a boca limpa.

Saudeaqui: E como a higienização oral deve ser realizada nos bebês?

Bianca Santiago: Existem algumas maneiras de limpar a boca do bebê sem que seja necessário o uso da escova dental, algumas destas maneiras é utilizar a ponta da frauda, ou até mesmo um pedaço de gase, umedecer com água filtrada e passa ao redor da boca da criança. Não é preciso fazer força para não machucar o bebê, o que se precisa é passar o pano molhado ao redor da gengiva retirando todas as impurezas provenientes da alimentação, principalmente as bactérias responsáveis pela iniciação e desenvolvimento da cárie dentária.

Saudeaqui: Por falar em bactéria? A carie de mamadeira é fácil de ser tratada?

Bianca Santiago: A carie de mamadeira é proveniente de uma bactéria "S. Mutans" que fermenta o açúcar ocasionando uma dissolução esmalte dentário, a carie de mamadeira ocorre pela falta de higiene, por isso é recomendável que se troque o bico da mamadeira e sempre limpar a boca do bebê após as refeições. A ingestão frequante de líquidos açucarados incluindo o próprio leite durente a noite também é altamente associado a  carie de mamadeira.

Saudeaqui: A amamentação tem reflexos na dentição?

Bianca Santiago: Sim, e como tem. A amamentação natural modela os músculos da face, já a amamentação artificial e prolongada pode delinear de outras formas os músculos da face e da boca, podendo provocar a chamada criança dentuça.

Saudeaqui: E a chupeta? Ela modifica os dentes?

Bianca Santiago: A chupeta não traz prejuízo se tiver o uso racional, é importante que a mãe se utilize deste instrumento apenas nas horas necessárias e não como hábito para manter a criança quieta, pois este hábito também pode fazer com que a dentição se modifique e a criança fique dentuça e precise usar aparelhos com o passar do tempo.

Saudeaqui: Existe uma idade correta para largar o hábito de tomar mamadeira ou chupar a chupeta?

Bianca Santiago: O ideal, é que esses hábitos sejam largados até no máximo quatro anos de idade. Passados esses anos, se a criança continuar, com certeza a dentição ficará prejudicada, a arcada dentaria se formará mais para fora da boca e consequentemente esta criança terá problemas.

Saudeaqui: Qual a dica para as mães de primeira viagem e que ainda não sabem como cuidar das peculiaridades bucais de uma criança pequena?

Bianca Santiago: O importante é que os pais e familiares ou qualquer pessoa que cuide de um bebê procurem se informar, seja sobre dieta, hábitos de higiene e até mesmo a forma como se deve amamentar. Muitas pessoas não sabem, mas a amamentação no seio da mãe, deve ser feita mais vertical que horizontal.
Na duvida, o ideal é procurar um profissional e perguntar. Perguntar nunca é demais. As dúvidas retiradas com antecipação, podem inibir a formação de problemas nas dentições.

Fonte - http://www.saudeaqui.com/site/sub/EntrevistaSelecionada.aspx?id=14
              http://www.portaldosorriso.com/blog/07/01/2010/quando-levar-o-bebe-ao-dentista/